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MANIFESTO DISPERSIONISTA

(Publicado no Nº1 da Revista “Os Bantalas”, 1977, Luanda, Angola)

 

A Arte existe como um todo e ao longo dos tempos começou a divergir e a entrechocar entre si.

 

O Dispersionismo defende que toda a Arte tem um centro de origem e dali se dispersa em várias direcções. Pressupõe, por isso, que cada forma de arte tem uma história particular de dispersão através de uma comunidade humana estável. No entanto, alguns tipos de Arte ultrapassam essa barreira, sendo possível que proliferem como um estado independente e no decorrer de um determinado período de tempo, poderão transformar-se numa nova forma de Arte ou Estilo.

 

Logo, o Dispersionismo, resulta da procura da unificação das várias formas de Arte existentes, ao mesmo tempo que procura a sua evolução.

 

Por outras palavras, todas as formas novas de Arte podem ser consideradas Dispersionismo, da mesma forma que uma amálgama de várias formas de Arte, também o é.

 

SEGUNDO MANIFESTO DISPERSIONISTA

(Por publicar)

 

Somos apenas uma pequena existência dentro do grande fluxo natural e inconsciente do todo, invisível ao olho humano mas perceptível para a sociedade. Cada um faz parte do todo, mas é a junção de cada um que faz a sociedade. Tudo flui de um lado para o outro, sabendo isso, o fluxo pode ser decomposto e recombinado.

 

Como tal a Arte existe como um todo e ao longo dos tempos começou a divergir e a entrechocar entre si. Por isso a sociedade, enquanto una, decompõem-se e recombina-se. Se uma corrente desaparece, outra aparece numa progressão contínua.

 

A Arte é uma mistura de vários meios e substâncias destinada a ser consumida consoante as opiniões e os gostos individuais, mas segundo a preferência global da sociedade.

 

O Dispersionismo defende que toda a Arte tem um centro de origem e dali se dispersa em várias direcções. Pressupõe, por isso, que cada forma de Arte, tem uma história particular de dispersão através de uma comunidade humana estável. No entanto, alguns tipos de Arte ultrapassam essa barreira, sendo possível que proliferem como um estado independente e no decorrer de um determinado período de tempo, poderão transformar-se numa nova forma de Arte, Estética ou Estilo.

 

Logo, o Dispersionismo resulta da procura da unificação das várias formas de Arte existentes, ao mesmo tempo que procura a sua evolução.

 

Por outras palavras, todas as formas novas de Arte podem ser consideradas Dispersionismo, da mesma forma que uma amálgama de várias formas de Arte, também o é.

 

Objectivos do Dispersionismo:

 

1 – Ignorar os conceitos estáticos e anti-evolutivos procurados pela sociedade.

2 – Ignorar os conceitos de continuidade procurando a diversificação.

3 – Romper com as normas vigentes da sociedade, dispersando-a.

4 – Reconstruir a Arte, decompondo-a e recombinando-a.

5 – Procurar processos evolutivos constantes evitando a estagnação.

6 – Impor à sociedade os padrões de consumo evolutivo da Arte e não o inverso.

7 – Nunca ficar satisfeito com o produto final, procurando criar sempre novas formas de Arte, Estética ou Estilos.

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